Ruy Ventura nasceu em Portalegre (27 de Dezembro de 1973), tendo sido criado numa das aldeias da Serra de São Mamede (Carreiras). Vive desde 2004 na Península da Arrábida, onde é professor.
Livros de poesia:
Arquitectura do Silêncio (Miraflores, Difel, 2000 - com prefácio de José do Carmo Francisco; Prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores).
Sete capítulos do mundo (Lisboa, Black Sun Editores, 2003).
Assim se deixa uma casa (Coimbra, Alma Azul, 2003 - com prefácio e tradução para espanhol de Antonio Sáez Delgado).
Um pouco mais sobre a cidade (Villanueva de la Serena, Porticus, 2004 - com tradução para espanhol de Antonio Sáez Delgado).
O lugar, a imagem (Badajoz, Editora Regional de Extremadura, 2006 - com tradução para espanhol de Antonio Sáez Delgado).
Chave de ignição (Fafe, Labirinto, 2009 - com prefácio de Gonçalo M. Tavares).
Instrumentos de sopro (Águas Santas, Edições Sempre-em-Pé, 2010 - com prefácio de C. Ronald).
Contramina (Évora, Licorne, 2012 - com posfácio de António Cândido Franco).
Campo da Verdade (Córdoba, 2013, como separata da revista La Manzana Poética, com tradução para espanhol de Jesús Munárriz.)
Rua da Outra Rua [antologia pessoal] (São Paulo, Brasil, Lumme Editora, 2014, com prefácio de António Carlos Cortez.)
Poemas - Arqueologia [antologia pessoal] (Badajoz, Espanha, Aula Diez-Canedo, 2015).
Detergente (Évora, Licorne, 2016).
Ensaio:
A Chave de Sebastião da Gama (Évora, Licorne / Associação Cultural Sebastião da Gama, 2017)
Organização de antologias ou livros:
Poetas e Escritores da Serra de São Mamede (Vila Nova de Famalicão, Amores Perfeitos, 2002).
Contos e Lendas da Serra de São Mamede (Almada, Associação de Solidariedade dos Professores, 2005).
Em memória de J. O. Travanca-Rêgo e Orlando Neves (na revista Callipole, nº 13, Vila Viçosa, 2005).
José do Carmo Francisco, uma aproximação (Almada, Mastigadores do Mundo, 2005).
Tradução de poesia:
20 Poetas Espanhóis do Século XX (Coimbra, Alma Azul, 2003).
Dias, Fumo, de Antonio Sáez Delgado (Coimbra, Alma Azul, 2003).
Jola, de Ángel Campos Pámpano (Badajoz, 2003).
A Árvore-das-Borboletas, de Anton van Wilderode (Badajoz, Fundación Academia Europea de Yuste, 2003).
Teorias da Ordem, de José María Cumbreño (Águas Santas, Edições Sempre-em-Pé, 2009).
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É colaborador de várias revistas nacionais e estrangeiras, nomeadamente espanholas, brasileiras e americanas. Poemas e/ou livros seus estão traduzidos em castelhano, francês, inglês, italiano e alemão. Como ensaísta, tem escrito sobre Poesia Contemporânea, Literatura Tradicional e/ou Oral, Património Material e Imaterial Religioso e Toponímia.